
“Ah, mas que seja então, se tiver que voltar, que volte, se for para nunca mais te ter, que seja. Não vou me importar mais, não tanto, só vou sorrir quando lembrar, cansei das lágrimas, elas machucavam e não diminuíam a dor. Para que chorar então? Rir dói menos, cansa menos e ajuda mais. Então garota, vamos lá, você consegue, não consegue? Eu acredito em você; acredito que pode ser como eu, que pode sorrir mais e se importar menos. Vamos fazer um acordo? Enquanto houver um motivo, você sorri, mesmo que seja só por ele; e quando não houver motivos, sorria pelo simples fato de te fazer bem. Sorria garota, sorria.”
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